Defina sua personalidade pelo nome da sua…

Por Chris Menezes e Mirella Camargo

Este poderia ser mais um daqueles inúteis testes de personalidade que brotam diariamente na timeline do Facebook. Em pleno século…mas em qual século estamos mesmo? Deixa pra lá, pois não vai fazer a menor diferença. O que quero dizer é que nos dias de hoje ainda é possível esbarrar em comentários que poderiam estar saindo de um manuscrito de séculos antes de Cristo.

Nos últimos dias foi noticiado que um ator da Rede Globo está sendo acusado de assédio sexual por uma funcionária da emissora. Ao relatar os abusos a mulher em dado momento diz que ele colocou a mão em sua “buceta”. Veja parte do relato:

“Em fevereiro de 2017, dentro do camarim da empresa, na presença de outras duas mulheres, esse ator, branco, rico, de 67 anos, que fez fama como garanhão, colocou a mão esquerda na minha genitália. Sim, ele colocou a mão na minha buceta e ainda disse que esse era seu desejo antigo. Elas? Elas, que poderiam ser eu, não ficaram constrangidas. Chegaram até a rir de sua “piada”. Eu? Eu me vi só, desprotegida, encurralada, ridicularizada, inferiorizada, invisível. Senti desespero, nojo, arrependimento de estar ali. Não havia cumplicidade, sororidade”.

Eis que em um compartilhamento da notícia em uma rede social, várias mulheres fazem comentários dizendo que por ter usado o nome “buceta” para a genitália, coisa boa ela não seria, que estaria sendo basta e desnecessária. Mas oi??? Como assim, queridinha? Teria que dizer: “ele colocou a mão na minha florzinha?”

O que define os fatos é o nome que se dá a uma parte do corpo? Ou melhor, por que se tira o foco de uma violência da qual somos TODAS vítimas e passa a se questionar o nome que damos ao nosso órgão sexual? Por que esse detalhe passa a ser o tema do debate entre as mulheres e não a violência em si? Justo entre mulheres!!!! Até entendemos o incômodo em ler um palavrão num texto, mas é um tanto quanto cruel e infantil determinar o que é certo ser dito num caso desses, não acham?

Tá faltando cumplicidade e sororidade, como bem apontou a moça do episódio global. Mas tá faltando também muito bom senso e empatia, aquele sentimento lindo que faz com que a  gente se coloque no lugar da outra e pergunte “e se fosse com a minha buceta”?

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Nosso drink com cerveja para esse verão

Por Mirella Camargo

Início de ano é tempo de férias, época de curtir uma praia e a estação mais tropical do ano: o verão!

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Foto: Mirella Camargo

Quando se fala em verão e calor, pensamos logo em tomar uma cerveja estupidamente gelada. Mas você sabia que também é possível criar drinks com cerveja?

Não é uma bebida muito comum nas cartas de drinks dos bares por aí, mas sim, é possível brincar com a cerveja e misturá-la a outras bebidas e ter um resultado fantástico. Geralmente vemos drinks à base de vodka, whisky, gin, cachaça, mas hoje é dia de aprender a fazer um “Beer Buster”.

Neste drink vamos juntar cerveja, vodka e pimenta. Sim, pimenta!! As bebidas devem estar bem geladas para ter um resultado perfeito. Apesar de apimentado, o Beer Buster é um drink super refrescante. Você praticamente não vai notar a presença da vodka, a não ser pelo fato do teor alcoólico que vai fazer você dar umas risadinhas em poucos minutos. Já a pimenta, esta sim já notamos no primeiro gole, mas sem exagero, em um equilíbrio perfeito.

Dica do amor ❤

Além da cerveja bem gelada, é importante que a vodka usada no drink esteja armazenada no freezer para que o drink não perca a temperatura ideal. Aqui em casa a vodka mora no freezer, sempre!

Ingredientes:

  • 35ml de Vodka gelada (o ideal é que a garrafa esteja no freezer)
  • 3 gotas de pimenta Tabasco
  • 350ml de cerveja Larger ou Ale bem gelada
Como preparar:

Em uma caneca de chopp, misture a vodka com a pimenta. Gentilmente complete a caneca com a cerveja e sirva. É só isso! Ah! Lembre-se: por ser apimentado e gelado, este drink pede um bom petisco para acompanhar.

E você? Já tentou fazer algum drink com cerveja? Conte para nós o resultado!

 Saúde! 😉

Receita: Ultimate Bar Book by Mittie Hellmich – Ed. Chronicle Books

Projetos que encantam: Carona a Pé

Por Mirella Camargo

Levar os filhos à escola pode ser um dos momentos mais estressantes do dia. Mas você pode e deve mudar isto!

Foto: "Carona a Pé"
Foto: “Carona a Pé”

A professora do colégio Equipe de São Paulo, Carolina Padilha, deu o ponta pé inicial para um projeto que merece ser divulgado aos quatro cantos do planeta. O “Carona a Pé” faz com que pais voluntários juntem-se para conduzir “a pé” crianças que moram próximas no trajeto de ida e volta da escola.

Quem nunca passou na frente de um colégio em horário de entrada e saída e presenciou o caos instalado na Terra em formato de filas duplas, pais estressados e crianças descendo do carro em local proibido?

Diante deste cenário, há um ano e meio, Carolina identificou no colégio algumas crianças que estavam na mesma rota que ela já fazia a pé todos os dias. Ela tomou a iniciativa de conversar com estas famílias para apresentar o projeto e logo de cara muitos compraram a ideia e deram as mãos.

Os pais e professores voluntários se revezam nestas rotas e hoje o projeto já conta com 8 percursos e cerca de 80 crianças participantes.

Além de melhorar o trânsito, a iniciativa ainda aproxima as pessoas, tira as crianças do sedentarismo e promove a educação no trânsito.

Quer saber mais sobre o projeto e implantar no seu bairro? Entre no site www.caronaape.com.br e faça sua parte para termos um mundo melhor.

Momento solo e conexão nos balcões | #mulheresnobalcao

Por Mirella Camargo

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Foto: Mirella Camargo

O tema desta semana no Coletivo Tropical fala sobre mulheres que frequentam balcões e a polêmica que ainda gira em torno do assunto.

Eu, como blogueira de gastronomia e amante de um bom drink, sou frequentadora assídua dos balcões pelo mundo afora, já elegi um lugar como meu favorito e vou explicar o porquê.

Em primeiro lugar, preciso dizer que se eu estiver com vontade de tomar um drink e não tiver companhia, irei mesmo assim. Os comentários são sempre os mesmo: “Mas você vai ao bar sozinha?”, “Qual a graça?”.

Foto: Mirella Camargo
Foto: Mirella Camargo

Fazer coisas sozinho é sempre uma boa oportunidade para passar mais tempo com você mesma e também para conhecer novas pessoas. Sozinha, você fica mais atenta ao mundo ao seu redor, tem mais oportunidades de observar as pessoas e perceber sinais que passariam batidos se estivesse em um grupo de amigos. Além disso, sentar em um balcão de bar proporciona momentos de interação com quem prepara a bebida para você.

É o momento perfeito para entender um pouco mais sobre a sua bebida favorita, ouvir histórias de balcões e ter uma experiência única.

Grandes amizades podem começar em um balcão. Eu mesma já perdi a conta de quantos amigos já conheci em um balcão de bar e que hoje fazem parte da minha vida também fora dele. Tenho amigos que se conheceram e se apaixonaram nos balcões, hoje casados e felizes. Até histórias de empresas que começaram em uma conversa de balcão e que dali evoluíram para uma empreitada de sucesso, conheço.

Balcões são lugares tão democráticos e você pode escolhê-los de acordo com o seu estado de espírito.

Pode ser que você esteja em um dia de introspecção e queira apenas ficar consigo mesmo. Aquele dia em que só quer pedir um Negroni, aquele em que vai para ouvir um jazz ou viajar nos pensamentos. Não importa qual o seu mood, sempre haverá um balcão perfeito para você.

E se você é daquelas pessoas que chega e vai direto para uma mesa, eu aconselho a começar pelo balcão. Dê uma chance a ele e as histórias incríveis que o cercam.

Em uma mesa você fica ilhado, fechado no seu mundinho, mas no balcão você fica conectado com o mundo.

Se você quer fazer novos amigos ou não, o balcão é o seu lugar.

No seu próximo balcão, não esquece de compartilhar no instagram usando a hashtag #mulheresnobalcao. Queremos ver como foi!  ❤

Viajando na cozinha

Por Mirella Camargo e Raphaella Perlingeiro

Foto: Mirella Camargo
Foto: Mirella Camargo

Às vezes o dinheiro não dá, o tempo é pouco, mas para quem gosta de passear, mesmo quando se está enfurnado em casa, sempre se encontra tempo para uma escapadinha. Nem que seja até a cozinha!

Essa é a nossa dica da semana.

Se você, está como nós, frustada, cansada, sonhando com uma viagem para o México.

Que tal fazer uma visita aos cantos distantes da sua residência? Que tal ousar e preparar aquele prato sonhado desde sua infância? Explore algo novo exótico, use novos temperos, novas frutas, aventure-se. 

Em alguns momentos, a melhor maneira de se viajar é criando raízes. 😉

A gente resolveu deixar aqui uma receita com cheiro e gosto de viagem. Você vai estar na sua cozinha, mas prometemos que preparar esses ovos será uma experiência! É um prato bem simples, mas quente e temperado. Do jeito que imaginamos um dia de férias no México. Preparadas?

Huevos Rancheros

Ingredientes para duas porções:

3 tomates pelados em lata, sem o suco
2 ovos
1/4 de cebola picada grosseiramente
1 dente de alho picado
1 pimenta vermelha sem as sementes picada (se você é chegado na pimenta como eu, deixe uma ou duas sementinhas e o bicho vai pegar)
2 galhos de salsinha picados (reserve um pouco para jogar por cima depois de pronto)
azeite
sal
2 tortillas mexicanas (usei o Rap10 em substituição)

Aqueça uma panela pequena com azeite e refogue a cebola, o alho e a pimenta. Junte os tomates e quebre-os com a ajuda da colher, mas ainda deixando meio pedaçudo. Tempere com sal e refogue por alguns minutos. É bem rápido, não é pra derreter os tomates e virar molho, é só mesmo o suficiente para incorporar os sabores. Junte a salsinha, mexa e desligue o fogo.

Aqueça as tortillas conforme instruções da embalagem e enquanto isso vá fritando os ovos. Coloque as tortillas em um prato, coloque um pouco da salsa de tomates, o ovo por cima e mais tomates. Finalize com salsinha picada e sirva.

Há outras versões dos ovos rancheiros. Em alguns lugares eles colocam também feijões, guacamole, enfim, use a imaginação e faça a sua própria versão e brinque com os ingredientes.

Viaje na cozinha! ❤

A maquiagem e a escravidão

Por Mirella Camargo

Foto: Alicia Keys, ensaio para a revista Fault (Foto: Zoltan Tombor)
Foto: Alicia Keys, ensaio para a revista Fault (Foto: Zoltan Tombor)

Na última semana a nossa colaboradora Alline da Costa colocou a cara lavada no Snapchat para falar sobre a imposição do uso da maquiagem. O assunto rendeu. Muitas seguidoras entraram em contato conosco e resolvemos falar um pouco mais sobre o assunto que pode ser um inferno para uns e um paraíso para outros.

Recentemente a cantora Alicia Keys foi a um evento sem maquiagem e deu no que falar, inclusive aqui no Coletivo. Nosso time é a favor da liberdade, do direito de sair na rua com a cara que você nasceu sem precisar usar mil artifícios para esconder o que deveria ser chamado de beleza natural. A questão vai muito além do uso da maquiagem e engloba todas as pressões que sofremos em relação ao nosso corpo, nossa linguagem e nossa aparência. Aprendemos e somos expostas a uma mídia que diz o tempo todo que para a mulher ser bonita e desejada tem que ser magra, usar maquiagem, roupas caras, não pode falar palavrão, entre outras coisas.

Nós admiramos mulheres que se aceitam, que usam maquiagem quando querem e se sentem bem com isso sem se tornarem escravas deste artifício. Mulheres que não precisam ter o corpo da blogueira fitness para se acharem lindas e interessantes. Mulheres reais, que batalham, conquistam o seu espaço e servem como fonte de inspiração para todas nós.

A Helô, nossa colaboradora que fala sobre decoração, é uma mulher que aboliu a maquiagem e vive muito bem, obrigada.

Maquiagem, como qualquer outra coisa, deve ser uma escolha. Assim como qualquer outra coisa, a gente usa maquiagem por opção. Pode parecer besteira esclarecer isso, afinal, ninguém jamais obrigou alguém a usar maquiagem, certo? Hummm…. não é bem assim. Eu, por exemplo, fui obrigada a usar maquiagem no meu primeiro emprego, como atendente de aeroporto. Tinha que estar sempre com sombra, batom, blush, rímel (isso sem contar o cabelo em coque e o salto alto, mas um protesto feminista por vez!). Eu tinha apenas 18 anos, e ali já fui bombardeada de machismos. Outro exemplo: quantas vezes vemos fotos de mulheres famosas sem maquiagem que são execradas por cometerem o horror de sair de casa de cara lavada? Como elas tem coragem de mostrar pro mundo suas olheiras, suas rugas, suas sardas, seus cílios finos? Por isso que eu acho que por trás da escolha há muita influência da mídia e da indústria beleza. Eu tenho plena consciência de muitas mulheres sentem-se empoderadas ao usar maquiagem, e jamais as criticaria. Assim como jamais criticaria mulheres que posam nuas, pois o problema não é a gente sucumbir as exigências da sociedade patriarcal, e sim a existência de tais exigências. O nosso empoderamento está onde queremos, cabe a nós utilizarmos as ferramentas (sejam pincéis de maquiagem ou lencinhos removedores!) a nosso favor! – Helô Righetto/Londres

No time das mulheres que usam o mínimo necessário, está a Carla Caldas do Blog Longe e Perto. Ela conta que é vaidosa e não abre mão de um batom vermelho.

Sempre tive uma relação muito simples com a maquiagem. Cresci carioca de cara lavada, a combinação maquiagem e praia nunca fez muito sentido pra mim. Porém, sempre gostei de batom vermelho, sentia que dava um destaque ainda maior ao meu sorriso e a minha boca já enorme. Com a idade, a mágica dos corretivos e dos BB Creams se mostrou uma boa aliada para levantar o astral, escondendo as manchas indesejadas. Hoje em dia tenho um pequeno kit: BB cream, corretivo, rímel, blush e batom que uso sem o compromisso da frequência. Poucos eventos já me fizeram buscar ajuda de um profissional para uma produção mais elaborada, porém 100% das vezes acabei retocando e tirando os excessos. Enfim, sou, desde sempre, da turma do rosto mais limpo mas não abro mão do batom vermelho e dos corretivos. Acredito que maquiagem é uma aliada da vaidade nossa de cada dia. – Carla Caldas/Blog Longe e Perto

Ainda temos o depoimento da nossa especialista em drinks e atitude, a Chris Menezes.

Eu amo make. Já investi e gastei muita grana comprando itens caros ou baratos, mas nem sempre tenho saco e paciência pra me montar ou produzir.
Como tenho melasma, eu tento usar, pelo menos, um BB Cream (que, convenhamos, foi uma santa invenção da cosmética moderna) para andar por aí com um mínimo de dignidade.
Respeito a decisão da Alicia Keys, mas meu sonho era mesmo acordar todo dia com a cara da Kim Kardashian. – Chris Menezes

E, para finalizar, a responsável por toda esta reflexão.

Eu não sou contra maquiagem. Acho que me deixa bonita quando eu consigo fazer direito. A minha questão pessoal com a maquiagem é que eu acredito que a nossa pele, assim como qualquer outro órgão do nosso corpo, tem que estar saudável. E a gente não corrige problemas como espinhas, manchas, ressecamento… os escondendo atrás da maquiagem, a gente corrige tratando. Eu ainda não consigo ser tão desprendida como a Alicia e não sei se um dia vou ser. Mas a reflexão que eu gostaria de trazer é de gostarmos de nós do jeito que somos sem sermos escravos do espelho. – Alline da Costa

Infelizmente o mundo vem andando na direção oposta do que acreditamos ser o ideal. Nos últimos anos pipocaram milhares de canais no Youtube com blogueiras famosas e seus tutoriais de maquiagem. E quem lucra com isso? Única e exclusivamente a indústria de cosméticos que fatura cada vez mais com as vendas de produtos que muitas vezes não passam de um engodo.
Muitas mulheres não se satisfazem com os recursos e efeitos mágicos dos cosméticos e partem para o extremo de uma (ou várias) cirurgias plásticas. Tudo em busca de um corpo perfeito. Mas o que é ser perfeito?

Acreditamos que a perfeição está dentro de cada um. Está em aceitar-se, em saber que você pode ser bonita e sexy mesmo usando uns jeans tamanho 46. Que o tamanho do seu sutiã não é sinônimo de uma vida amorosa perfeita. Perfeição é saber que ninguém acorda com o cabelo de capa de revista e ter ciência que para ter aquele cabelo você tem que deixar de passar no mínimo meia hora a mais com o seu filho, ou deixando de lado um livro interessante. Ser escrava da beleza é privar-se de muitas outras coisas.

Use maquiagem, faça exercício físico, cuide da alimentação, mas sempre respeitando o seu corpo e a sua mente. Não seja escrava de uma sociedade que nos bombardeia com imposições que visam apenas à lucratividade de um comércio bilionário.

Foto: Alicia Keys, ensaio para a revista Fault (Foto: Zoltan Tombor)

Cervejas e queijos: uma harmonização improvável e que funciona

Por Mirella Camargo

No mundo das harmonizações a dobradinha mais difundida é sem dúvida o queijo + vinho tinto. Mas você sabia que também é possível harmonizar perfeitamente uma bela cerveja especial com o seu queijo favorito?

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Estamos no Brasil, com clima tropical, calor que pede sempre uma cerveja estupidamente gelada, então vamos tirar proveito disso e colocar um queijinho na jogada.

Confesso que sempre tive dificuldade em fazer este tipo de harmonização e muitas vezes errei (mas comi e bebi tudo até ver o fim). Acabava escolhendo um queijo que matava completamente a cerveja e vice-versa. Como minha especialidade é apenas comer e beber, fui pedir ajuda ao pessoal da Eisenbahn que são especialistas no assunto e nos deram quatro opções de harmonização que eu testei em casa e ficaram perfeitas.

Foram escolhidos para esta harmonização quatro queijos maturados: Gouda, Reino, Gorgonzola e Parmesão. Estes tipos de queijos, após o processo de produção, que inclui a pasteurização do leite, coagulação, corte e salga, permanecem em repouso para a maturação (período que pode demorar de poucas semanas a alguns meses), em ambientes com temperatura e umidade controladas. São queijos com sabores marcantes.

Confira abaixo as sugestões de harmonização, monte sua tábua de queijos, abasteça a geladeira e chame os amigos. 

Queijo Gouda + Eisenbahn Weizenbier

A cerveja estilo Weizenbier é uma bebida com um perfil bem aromático que remete ao sabor de banana e cravo. Por ser refrescante e bem gaseificada, combina perfeitamente com o Gouda, pois suaviza o sabor picante e ressalta o leve toque adocicado do queijo. 

Queijo Reino ou Gorgonzola + Eisenbahn Strong Golden Ale

Por se tratarem de queijos fortes, de sabores marcantes e predominantes, o Reino e o Gorgonzola pedem uma cerveja com a mesma força. Por isso a indicação é a Strong Golden Ale da Eisenbahn, que é bem encorpada, levemente adocicada e bem alcoólica. Para queijos que são tão imponentes, uma cerveja com alta graduação alcoólica ajuda a limpar o paladar, proporcionando uma harmonização perfeita. 

Parmesão + Pale Ale

Levemente picante, o queijo Parmesão pede uma cerveja com um nível de amargor equilibrado, que faça o contraste com o sabor e limpe o paladar. Neste quesito a cerveja tipo Pale Ale é perfeita, pois tem um amargor médio a baixo, levemente tostado, que complementa o sabor do queijo Parmesão.

Veja abaixo mais algumas opções sugeridas no livro Larousse da Cerveja:

Brie/Camembert: Bock, American Ale, Porter, Stout e India Pale Ale.

Gruyère: Bock, Amber Hybrid Beer, English Pale Ale, Strong Ale e Belgian Strong Ale.

Minas Padrão: Pilsner, Bock, Porter, Stout e Strong Ale.

Frescal: Light Lager, Pilsner, European Amber Lager e English Pale Ale.

MORADO, Ronaldo. Larousse da Cerveja. Editora Larousse, 2009.

Agradecimentos: Brasil Kirin e Tirolez