Sex toys: qual o problema?

Por Chris Menezes

Foto: Getty Image
Foto: Getty Image

Tenho uma confissão a fazer: adoro vibradores.

Fui apresentada a eles pelo meu ex-marido que, num feriado qualquer, saiu pra comprar vinho e voltou com uma garrafa de cabernet e uma sacolinha de papel craft. Dentro dela, uma borboletinha de silicone. Começava ali uma relação saudável e duradoura (ao contrário do casamento. Rs).

Da borboletinha, que servia exclusivamente para estímulo clitoriano, evoluí para outros modelos até chegar à Ferrari dos dildos, o hollywoodiano Rabbit . Ele foi meu objeto de desejo durante meses e, posso afirmar, valeu cada centavo investido.

Pessoalmente, nunca tive grilo em ser adepta dos vibradores, mas sempre percebi certo incômodo nas pessoas quando eu admitia isso. Risadinhas nervosas ou cara de espanto me pareciam uma reação bem boba em pleno século XXI. Certa vez, fui repreendida por um ficante porque fiz um post sobre a compra do Rabbit. Aparentemente, uma mulher de quase 40 anos não deveria admitir isso em seu blog pessoal. Eu não poderia me importar menos…

E vocês? Já foram introduzidas nesse universo (sim, meninas, com trocadilho mesmo!!!)? Caso não ou caso sim, aqui vai um miniguia com os tipos e tudo o que eles podem fazer por vocês:

Estímulo clitoriano: existe uma enormidade de modelos, que vão desde os bullets (meu preferido) até os que podem ser presos ao quadril por elásticos ajustáveis, deixando suas mãos livres. Esses modelos são ótimos para serem usados a dois também;

Estímulo vaginal: é o tipo mais tradicional e conhecido. Tem pra todos os gostos, com ou sem vibração e pode assumir formas mais realistas (com veias, glande e variação de cor da pele) ou serem cheios de funções, comandos e luzes pisca-pisca (essa última, eu nunca entendi exatamente pra quê).

Estímulo do Ponto G: embora seja uma derivação dos modelos acima, considero mais efetivo e de diversão garantida, pois seu formato realmente proporciona um prazer bem localizado.

Estímulo total: se você está buscando isso, seu modelo definitivamente é o Rabbit. Além de ter os estímulos vaginal e clitoriano num mesmo aparelho, ele faz movimentos de sobe e desce e rotatórios. É um parque de diversões particular e movido à pilha.

Independente do modelo escolhido, ter um brinquedinho sexual é muito mais que apenas matar a vontade de sexo. É uma ótima forma de conhecer nosso corpo e ritmo, serve como treino para você ter mais e melhores orgasmos e ainda pode ter uma apimentada nas suas noites a dois.

Bora correr pro sex shop mais próximo????

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